Suaveolens

Este blog foi criado por um cearense apaixonado por plantas medicinais e por sua terra natal. O título Suaveolens é uma homenagem a Hyptis suaveolens uma planta medicinal e cheirosa chamada Bamburral no Ceará, e Hortelã do Mato em Brasília. Consultora Técnica: VANESSA DA SILVA MATTOS

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Local: Brasília, Distrito Federal, Brazil

Cearense, nascido em Fortaleza, no Ceará. Criado em Ipueiras, no mesmo estado até os oito anos. Foi universitário de agronomia em Fortaleza e em Recife. Formou-se em Pernambuco, na Universidade Rural. Obteve o título de Mestre em Microbiologia dos Solos pelo Instituto de Micologia da Universidade Federal de Pernambuco. Também obteve o Mestrado e o Doutorado em Fitopatologia pela Universidade de Brasília. Atualmente é pesquisador colaborador da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília.

17.9.17

O ADEUS DE NEUILLY E NEUMA, DOIS ANJOS CEARENSES

Jean Kleber Mattos
Uma esquina da rua J. da Penha

Fortaleza Ceará, idos dos anos sessenta, século vinte. Mudamos para a rua J. da Penha em 1960, se bem me lembro. Eu completara recentemente 16 anos. Era uma rua um tanto acanhada em comparação com a que morávamos antes, a Avenida Heráclito Graça. Eu já conhecia alguns habitantes de lá, pois éramos colegas da Congregação Mariana da Igreja do Cristo Rei que ficava numa praça, há alguns poucos quarteirões de distância. Alguns eram meus colegas do Colégio São João que funcionava não muito longe dali.

Aos poucos fui me enturmando e me extasiando com a beleza das meninas daquela comunidade. Uma delas encantava a todos de modo especial por sua beleza e simpatia. Chamava-se Neuma. Era namorada de um colega meu de colégio, o Marcos. Casal constante, todos diziam que se casariam em futuro próximo.

Neuma tinha uma irmã, a primogênita de nome complicado. Chamava-se Neuilly. Eram filhas de um conceituado médico, Dr. Macambira.

Foi a primeira família de nossa quadra a comprar aparelho de televisão. Todas as noites íamos ver televisão na casa de Dr. Macambira. Cerca de doze adolescentes. Ocupávamos a sala de visitas sentados em cadeiras individuais e de lá saímos depois da novela das dez. A família nos acolhia com carinho, especialmente Neuma e Neuilly.

Depois da programação da TV sentávamos no meio fio da calçada para conter casos e piadas durante algum tempo, não muito, pois as famílias, vigilantes, chamavam as moças para dormir.

Ingresso na universidade, encantei-me com as ideias revolucionárias que galvanizavam os jovens na época, plena vigência da guerra fria Ocidente x Oriente. Assunto que parecia não interessar às minhas amigas Neuma e Neuilly. Percebi muito mais tarde que tal se devia à sua natureza universalista. Elas não se interessavam por matérias que dividiam os humanos.

Nossos encontros foram escasseando. Eu estava me enturmando novamente, alhures...

Fui embora do Ceará em seguida, em janeiro de 1965, transferido, para me formar em agronomia em Recife em 1966.

Quarenta e três anos depois via Facebook, por intermédio de uma amiga comum, Olga, reencontrei Neuma e Neuilly. Olga fora colega de ensino fundamental das duas, no Instituto Monsenhor Luiz Rocha, que tinha sede na mesma rua J. da Penha.

Aspecto de um dos encontros: à esquerda Olga e na extrema direita Neuma, ao lado da irmã Neuilly. Ao centro, Vanessa, Heloísa e Jean.

O tempo parecia não ter passado para elas. A mesma beleza e doçura. A partir de então, sempre que eu ia a Fortaleza com minha família, nos reuníamos. Momentos de grande felicidade.

Mas a vida é, às vezes, cruel. Em 2015 perdemos Neuilly, o que muito nos traumatizou. Restava a Neuma, como mais uma referência daqueles bons tempos, além da Olga. Imaginei que o próximo encontro seria apenas com Olga e Neuma. Não deu tempo. Ontem faleceu a Neuma.

Nessa quadra de minha vida (tenho 73 anos), as noticias de desencarnes de amigos surgem com uma frequência assustadora.


Aspecto do encontro mais recente. Sentadas, Neuilly, Neuma e Olga. Em pé Jean, Heloísa e Ivan


Resta-nos recordar os bons momentos e, pelo menos no que me toca, pois sou espírita, esperar o reencontro.

Como elas estão no Céu, caso eu não tenha tal merecimento quando chegar a minha hora, estou certo que elas serão boas advogadas em meu favor, bondosas que sempre foram...

***

5.7.17

ÉGUA!!!! QUE FRIO!!!

(Foto do acervo da poetisa)


ÉGUA!!!! QUE FRIO!!!

Por 

Dalinha Catunda

*
Eu que sou filha do sol
Amo o calor do sertão
Me vejo toda embrulhada
Com frio nesta estação
Chego até sentir tremor
Debaixo do cobertor
Que não resolve a questão.
*
Boto meia boto toca
E pijama de flanela
Tranco meu apartamento
Fechando porta e janela
E antes de me deitar
Faço chá para tomar
O de maçã com canela.
*
Na hora de tomar banho
Eu só tomo banho quente
Antes de entrar no chuveiro
Eu já vou batendo dente
Se esse frio não passar
Pro meu sertão vou voltar
Não tem diabo que aguente.
*



Maria de Lourdes Aragão Catunda – Poetisa, Escritora e Cordelista. Nascida e criada em Ipueiras-CE, conhecida popularmente como Dalinha Catunda, vive atualmente no Rio de Janeiro. Publica nos jornais "Diário do Nordeste" e "O Povo", nas revistas "Cidade Universidade" e "Municípios" e nos blogs: Primeira Coluna, Ipueiras e Ethos-Paidéia. É membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. É co-gestora convidada do blog Suaveolens, além de ter blog próprio: (cantinhodadalinha.blogspot).

3.7.17

MILITAR É INCOMPETENTE DEMAIS Arnaldo Jabor

MILITAR É INCOMPETENTE DEMAIS
Arnaldo Jabor

Militar é incompetente demais!!!
Militares, nunca mais!
Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um Pais sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder, pelas razões abaixo.
Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças. Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista.
Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.
Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.
Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia.
Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".
Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa.
Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos...
O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.
Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.
Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.
Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas.... ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.
Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.
Os de hoje é que são bons e honestos. Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram!
Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.
Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.
Outras desgraças criadas pelos militares: Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M. Criaram ainda a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.
Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Pensa!!!
Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus!!!
Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: "Militar no poder, nunca mais!!!", exceto os domesticados.
Ainda bem que hoje estão assumindo o poder pessoas compromissadas com os interesses do Povo.
Militares jamais! Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os militares com armas às escondidas com bandeiras de socialismo.
Os países socialistas são exemplos a todos.
ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO.
Arnaldo Jabor.

2.7.17

NOSSOS 50 ANOS DE AGRONOMIA - A CARTA DE CARLOS ALBERTO TAVARES

Olá, amigos da JEPEA.
Leiam essa preciosidade escrita por Carlos Alberto. Tenhamos um Ano Novo com predominância da paz e da harmonia entre as pessoas. Um grande abraço, João Pedro. 


Em 26 de dez de 2016 11:28, "Carlos Alberto Tavares" <carlostavares19@yahoo.com.br> escreveu:
Prezado João ,diretores da JEPEA e a todos os amigos que participaram da nossa confraternização no ENOTEL

Decidí escrever o pouco que presenciei nos dias 9, 10 e 11/12/16 em nosso Encontro de confraternização pelos 50 anos de formatura, 1986-2016.
Desejo compartilhar com todos que participaram, com as respectivas esposas e famílias, as emoções que sentí durante o nosso Encontro.
É evidente que não posso expressar todos os sentimentos que se manifestaram em nossas mentes, mas somente aqueles que pude observar. Passo a relatar o que percebí nos gestos e olhares de todos .
Na partida para o ENOTEL, no parque da Jaqueira, às 13;30 do dia 9/12, ao ingressar no ônibus, pude observar na fisionomia dos que lá estavam, a ansiedade provocada pelo reencontro. O impacto ficou evidente nos olhares de todos, inclusive das esposas. Durante a viajem, percebí que alguns conversaram, mas ainda limitados pelo espaço do ônibus.
Na parada em Boa Viagem, subiram no ônibus Elton e Jean Kleber, com as esposas. A descontração foi maior e as conversas evoluíram. Na chegada ao hotel, durante o check-in, as reações forma estimulantes. Moacir já nos aguardava, assim como os três amigos vindos de Maceió, com as respectivas esposas, ou seja, Moura, Wellington e Lisboa. Iniciavam-se as emoções observadas nas conversas. Na própria recepção, com os esclarecimentos prestados por Clarissa, da CT Viagens, fomos para os apartamentos. Lembro que ajudamos Gileno na abertura da porta do apartamento, o que foi importante como momento de descontração
Na apresentação, após orientação da programação para os dias 9,10 e 11, Falaram na ocasião, o principal líder da JEPEA, João Pedro, evidenciando a sua liderança no seu extraordinário esforço na mobilização dos colegas para a participação em nosso Encontro. A seguir, falou Moacir demonstrando a sua elegância , simplicidade e competência , como dirigente da JEPEA, no relacionamento com todos os colegas da turma. A seguir, falaram Roberto e Vicente, ambos evidenciando suas emoções pela satisfação em participarem do Encontro, com mensagens que nos emocionaram. Não posso descrever as emoções sentidas por todos na ocasião, e de suas esposas, mas como pude constatar, conversando com Carmen Lúcia, minha esposa, acredito que sentiram, na alma, o significado e o impacto de uma convivência de quatro anos durante o curso de Agronomia (1963/66).
Mas, ao longo desses 50 anos, alguns Encontros marcantes foram realizados: Em 1986 ( 20 anos), do qual não pude participar por motivo que todos conhecem; Em 1996 (30 anos), nos reunimos na granja de Elton e Iracema, magníficos anfitriões. Ao longo desses longos anos, inúmeros outros Encontros foram realizados , organizados pela iniciativa dos Diretores da JEPEA, com a participação de um menor número de colegas. No último desses Encontros, durante almoço em restaurante do Espinheiro, tivemos a grande emoção de receber a visita de nosso amigo Lúcio, que soube disfarçar, com sua inteligência emocional, a sua despedida , pela grave doença que o acometia. Pouco tempo tempo depois, Lúcio partiu para a pátria celestial, onde nos aguarda, com os demais colegas que lá estão, para uma grande confraternização, em Encontro que será inesquecível para todos. O que nos cabe, no entanto, é aguardar, com fé, esse magnífico Encontro na vida eterna. Portanto, precisamos acreditar que a JEPEA continua bem viva na alma de todos nós, inclusive dos que já partiram para a pátria celestial.
Passo a descrever algumas emoções que nos contagiaram durante nosso Encontro:

1. Palavras de João Pedro relatando o seu trabalho de articulação com os colegas. Que o diga Jean Kleber, que se deslocou de Brasília, com sua esposa Heloísa, para participar do nosso Encontro;

2. Presença de Moura , Lisboa e Wellington, que se deslocaram de Maceió para participar do Encontro. Imagino o que sentiram quando presenciaram a alegria e os sentimentos manifestados durante o Encontro;

3. Show de Vicente ao cantar a música "Emoções" no bar do Hotel, contagiando todos os presentes, inclusive os formandos de Medicina que comemoravam 45 anos de formatura;

4. Elton, em sua discrição com máquina fotográfica a tiracolo, registrando detalhes do Encontro, inclusive com um acervo significativo de fotos mostrando a todos o valor da memória da turma causando grande emoção nos que tiveram a oportunidade de curtir momentos históricos de nossa convivência durante o curso. Acredito que todos reconhecem essa estratégia dos Diretores da JEPEA em distribuir atribuições entre os membros da Diretoria, inclusive os que trabalharam em silêncio, como Mauro;

5. Palavras de Amaro que comoveram pela situação crítica de sua saúde que vivenciou com coragem , perseverança e vontade de viver, que é algo de extraordinário nas pessoas que sabem trabalhar a mente como fonte de energia para cura de doenças;

6. Mensagem de Neritônio sobre a verdade de se acreditar na vida eterna, que é fundamental para mantermos o nosso equilíbrio pessoal e profissional. Acredito mesmo que este valor de vida contribui significativamente para vencermos o estresse do cotidiano que vivenciamos;

7. As palavras de Moura que demonstraram a sua autenticidade como ser humano resiliente ao encarar as dificuldades que todos nós enfrentamos durante nossa vidas;

8. O convite de Lisboa para visitarmos Alagoas o mais breve possível, em especial o seu Engenho e a praia de São José dos Milagres;

9. O gesto de Wellington ao se despedir ingressando no ônibus e desejando um ótimo NATAL antes de partir para Maceió com Moura e esposas;

10. O gesto de Luiz Henrique, com sua maneira de ser em nosso Encontro, trazer na saída do ônibus, uma caixa de uvas de sua terra Petrolina. Esta sua atitude foi uma demonstração de sua aguçada sensibilidade exteriorizando sua emoção em participar de nosso Encontro.

Não pude ouvir o que todos, com suas esposas, conversaram durante o café, almoço e jantar em pequenos grupos no restaurante, interagindo em conversas, as vezes, "sigilosas", mas com significados inefáveis, mas extremamente relevantes.

Gostaria mesmo de ouvir, de viva voz, o que as mulheres presentes sentiram nesse Encontro. Espero que, no próximo, possamos compartilhar , de forma mais abrangente, os sentimentos que afloraram em todos. Uma prova desses tipos de sentimentos foram manifestadas nos e-mails que Manoel Galvão enviou após o Encontro para todos nós. Foi um exemplo de que podemos continuar interagindo via internet.

Quanto a mim, posso afirmar que , algumas vezes, cheguei a soluçar pela emoções que sentí nesses três dias de convivência. Mas, tenho uma última palavra a dizer: Acreditem que os nossos amigos que já partiram para a pátria celestial presenciaram o nosso Encontro.

Concluo afirmando que estou consciente que não pude perceber a riqueza de todas as conversas, mas que foram riquíssimas em detalhes. Sim, nosso Encontro valeu a pena como experiência de vida, graças a João Pedro, Moacir e Elton, diretores eternos da JEPEA,

Um grande abraço,

Carlos Alberto  Tavares.

1.7.17

VAGA DE DOCENTE NO CURSO DE FARMÁCIA NA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

Prezados colegas, 

Peço a gentileza de que divulguem a vaga abaixo. 


Vaga: Docente do Curso de Farmácia


Data de Publicação: 29/06/2017

Localidade: BRASÍLIA - DF

Função: Professor Especialista

Grau de Instrução: Pós-graduação Completa

Descrição:
LOCALIDADE: Universidade Católica de Brasília. 

FUNÇÃO: Professor Especialista. 

PERFIL: Vaga para cargo de Docente do Curso de Farmácia, carga horária mínima de 16 horas em sala de aula, além da possibilidade de alocação de horas extraclasse, de acordo com as normas da UCB e designação da Coordenação do Curso. 

TITULAÇÃO EXIGIDA: Especialização. 

ÁREA (S) DE ATUAÇÃO: Farmacotécnica, Tecnologia Farmacêutica, Cosmetologia. 

INSCRIÇÕES: De 29 de junho de 2017 a 03 de julho de 2017 enviando um e-mail para: rh.talentos@ucb.br contendo: Cópia do certificado/diploma (digitalizado) que comprove a titulação exigida; Currículo Lattes atualizado (digitalizado) contendo telefones de contato e e-mail; Memorial descritivo que consiste em um breve relato da trajetória acadêmica e profissional, com no máximo 2 laudas. 

Obs.: Especificar no assunto do e-mail: Docente Curso de Farmácia. 

Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá certificar-se de que preenche todos os pré-requisitos exigidos. 

ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO: Análise Curricular (Currículo Lattes, Memorial Descritivo e Títulos); Entrevista Comportamental; Prova Escrita; Prova Técnico-Didática (apresentação oral de aula programada para 20 minutos, no máximo, à Banca Examinadora). 

Obs.: Os candidatos que não receberem contato telefônico e/ou por e-mail, não foram aprovados na Etapa de Análise Curricular.

Exigido:
Certificado de Especialização

Desejável:
(não informado)

Remuneração: (não informado)
_____________
Att,
Profª Juliana Penso
Mestre em Ciências Farmacêuticas - UFG
Professor e Assessor do Curso de Farmácia
Universidade Católica de Brasília - UCB
(61) 3356 9739

19.6.17

QUE SÃO JOÃO NÓS TEMOS? (versos de Dalinha Catunda)




QUE SÃO JOÃO NÓS TEMOS?
*
Hoje o nordestino pede
De volta o seu São João
Porém vejo que esqueceu
De cultivar tradição
Em busca de novas trilhas
Trocam as velhas quadrilhas
Por luxo e ostentação.
*
As quadrilhas são temáticas
Perderam a singeleza
Se apresentam com requinte
No cortejo tem princesa
Na verdade já descamba
Para uma escola de samba
Competindo com riqueza.
*
Numa vestimenta cara
O farto brilho conduz.
No cabelo penteado
Custoso adorno reluz.
Aquela festa brejeira
Onde brilhava a fogueira
A só cinza se reduz.
*
Cadê o velho São João
Festejos de antigamente
O casamento matuto
Com jeito de nossa gente
A dança e a simpatia
Que no passado havia
Agora é tão diferente.
*
Não tem mais chapéu de palha
E nem camisa estampada
O homem não usa mais
Sua calça remendada
A canção de Gonzagão
Já não anima o São João
Vejo a coisa bem mudada.
*
Nas quadrilhas não tem mais
Nossa cabocla bonita
Com as pintinhas na cara
Com seu vestido de chita
Com seu cabelo trançado
Na trança de cada lado
O seu lacinho de fita.
*
Quem quer o São João de volta
Exercita a tradição
Preserva sua história
Antes da reclamação
Sua cultura propaga
Da memória não apaga
Costumes e tradição.
*
Versos e fotos de Dalinha Catunda


Maria de Lourdes Aragão Catunda – Poetisa, Escritora e Cordelista. Nascida e criada em Ipueiras-CE, conhecida popularmente como Dalinha Catunda, vive atualmente no Rio de Janeiro. Publica nos jornais "Diário do Nordeste" e "O Povo", nas revistas "Cidade Universidade" e "Municípios" e nos blogs: Primeira Coluna, Ipueiras e Ethos-Paidéia. É membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. É co-gestora convidada do blog Suaveolens, além de ter blog próprio: (cantinhodadalinha.blogspot).



18.6.17

ALGUNS DE MEUS PERSONAGENS (JEAN KLEBER)

Gosto de me divertir imitando personagens ou pessoas famosas. Nem sempre com sucesso mas as vezes consigo uma boa caracterização. Observem as figuras abaixo.






Em Fortaleza


Japonês da Federal

Velhinho do UP